Escrito por Valentina De Andrade   
Quinta, 13 de Maio de 2010 19:02

 

MENSAGEM DESTINADA A UM PSIQUIATRA DE MÁ QUALIDADE.

 

E que me diz agora senhor presunçoso? Como anda sua consciência? Comprovou que não fantasiei? Entendeu que aquela agonia, desespero e lágrimas ao comentar-lhe por alto o que sucedia, eu mantinha suspeitas do que poderia acontecer? Recorda haver-me pedido que o deixasse ajudar-me e educadamente recusei dizendo que o senhor não poderia? Mas, diante da sua insistência, acreditei na sua palavra e aceitei. Que fez então? Saiu duvidando e comentando que eu fantasiava. Por que não optou por perguntas para captar se eu mentia, porquanto as ditas têm pernas curtas e ficariam a descoberto. Que péssimo diagnosticador demonstrou ser. Assim eu estivesse fantasiando, não estaria mais ainda precisada de auxilio médico? O senhor acertou apenas uma, ao mencionar que eu padecia síndrome do pânico, já constatada por especialistas. Doutor? Nas pouquíssimas visitas que me fez permiti-me confiar em si, e meus agradecimentos não estavam tão somente nos numerários que lhe paguei, mas também na educação em servir-lhe um café, “que cai bem” durante ou após o trabalho, conforme me disse. Erroneamente, caí no “defeito” de confiar sem conhecer e fui abandonada. Abandonada pelo que levianamente ajuizou. A tal ética médica vigora, ou está apenas para embelezar um juramento? Onde a jogou pós-graduação? No lixo? Por que não indagou nem me deu tempo de mostrar-lhe abundantes provas que possuo e aqui estão para serem constatadas? Não pedirei desculpas porque nada lhe devo e mostrou-se merecedor do que vou dizer: Seu comportamento foi impróprio a um médico e creia; não lhe guardo rancor, tão somente pela ilimitada capacidade de compreensão que possuo, mas... o senhor foi quem deixou provado que fantasiou, fato que deve desonrar a classe médica em geral. Não veja nas palavras a seguir, qualquer ofensa, mas não seria conveniente que se fizesse atender por um psiquiatra que honre o juramento feito em nome de Hipócrita, digo, Hipócrates? Isso devido a que, explicando o acontecido a colegas seus, entre balancear de cabeças, chacotas, assombro e que eu deveria denunciá-lo, foram unânimes em dizer que o senhor deve procurar um especialista no assunto, o mais urgente possível. A propósito do tema, considerei propícia e interessante a frase que li em uma revista estrangeira que traduzirei textualmente, embora não a considere geral: “A psiquiatria é o único negócio que mais lucro deixa devido a que o paciente nunca tem razão.” Não incluía o nome do autor.

 


REVERÊNCIAS.

 

As reverências sejam elas, japonesas, muçulmanas, beijos nos lábios (modalidade russa entre os homens), os que depositamos nas faces e tantas outras, são forçosamente de fanáticos? Pergunto por ter sido um dos temas mui criticado no “circo.” Então, ao encontrarmos uma amiga, ao invés de beijá-la ou abraçar devemos esbofeteá-la, e ao amigo, desferir-lhe um violento murro? Será que a promotoria recebe os amigos assim? É sabido pelos não contaminados pela ignorância, que reverenciar denota respeito. Nada a ver com a explanação, mas aproveito espairecer, pois determinadas lembranças mais se pareceram a uma tragicomédia.

 

FRASES FILOSÓFICAS:

 

As injúrias são as razões dos que não têm razão.
Jean-Jacques Rousseau. (1712-1778) Escritor e filósofo suíço.

A mediocridade fundou a autoridade.
Ernesto Renan (1823-1892). Filósofo e historiador francês.

Não se é líder batendo na cabeça das pessoas, isso é ataque, não liderança.
Dwight D. Eisenhower. (1890-1969) Ex-presidente dos Estados Unidos.

Na verdadeira democracia, cada homem e cada mulher, são ensinados a pensar por si.
Mahatma Gandhi.

A única coisa de valor que podemos deixar para nossos filhos é o que somos não o que possuímos.
Leo Buscaglia. (1924-1998)

Perseguidor, é aquele cujo orgulho ferido e o fanatismo em furor, irritam o príncipe ou magistrados contra inocentes, cujo único crime consiste em não serem da mesma opinião.
Voltaire. (1694-1778). Historiador, poeta, dramaturgo e filósofo francês.

Tudo é ousado para quem nada se atreve.
Fernando Pessoa. (1888-1935). Poeta português.

Posso discordar da sua opinião, mas vou defender até a morte, o seu direito de expressá-la.
Voltaire.

Deus é um comediante entretendo uma platéia medrosa demais para rir.
François-Marie Arouet. Voltaire.

 



Actualizado: Segunda, 29 de Outubro de 2018 20:09
 
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