Escrito por Valentina De Andrade   
Quinta, 13 de Maio de 2010 19:02

 

Enquanto aguardava o término das falcatruas a mim impostas, e o devido reconhecimento das embusteirices provocadas pelos interessados em incriminar-me, segui observando os acontecimentos e vergonhosas tentativas da oposição em querer anular o julgamento e ajustar um novo. O que conseguiram? Comprovar novos fracassos!

Em data de 14-10-2007 todo o ardiloso plano ficou prescrito. O silêncio se fez por conveniência dos fraudulentos que se viram prisioneiros das próprias artimanhas. Nada conseguiram provar contra minha pessoa. Foi oportuno calar para depois argumentarem: “Caducou o tempo.” Já que desconhecem o significado da expressão dignidade e lhes é dificultoso reconhecer o proposital feito maléfico, deveriam ser autênticos e dizer: Era tanto o nosso desespero em mostrar serviço, que “ingerimos” alucinógenos e envolvemos Valentina de Andrade em situações antagônicas à sua personalidade. Da minha parte, acredito, a chusma deve haver intimamente amaldiçoado o momento em que “se ocuparam” de mim e talvez, culpando-se uns aos outros dos inconvenientes aos que se viram por conseqüência, “galardoados.” Sim... Muito se pode transmitir, mas, quando a Energia se nega a Vibrar, as palavras já nascem mortas.

Quais serão os segredos daqueles que no silêncio se movem e insistem em dizer que vivos estão? Quais as demonstrações de dignidade evidenciarão, depois de uma existência distorcida? Que recordações suas tristes fantasias tecerão, se a Energia pobre, nada consegue cativar? E o tempo passa como passa o vento, e quando Transportadas distantes do plano material, serão como as estrelas mortas porque não as permitiram brilhar. É... Nos recantos das mentes onde ficam guardadas as maranhas tecidas e as medonhas fantasias que os falsos sentimentos criaram, está guardado o segredo de não haver querido deixá-las Ser! O destino será o Esquecimento, porque deixarão de Existir. Estarão letárgicas em um silêncio profundo, em cantos ignorados por serem escuros. Serão Partes que se perderam na negação. E os Segmentos que concederam Vida, ao verem o Retorno das Energias que não mais se Agruparão, Ficarão mutilados e mediante a ausência de seus Impulsos, por Eles, Chorarão. Dos recantos das mentes endurecidas, as Energias não podem escapar. E se permitem que percam o senso do Existir, prisioneiras das matérias; Permanecerão.

 

 



Actualizado: Segunda, 29 de Outubro de 2018 20:09
 
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